«Após dois anos em que – finalmente – a natalidade aumentou em Portugal, importa lançar um olhar crítico sobre a situação atual, nomeadamente em termos de proteção social e legislação relativa à parentalidade. Em primeiro lugar, deve dizer-se que o nosso país não é, de todo, dos "piores” para ter filhos, em termos de incentivos fiscais, educacionais e na saúde. Nós, seres humanos, temos tendência para reportar mais o que é mau ou nos desagrada ou não nos convém do que o que nos facilita a vida. Mas de facto, e ainda que estejamos longe das 40 ou 50 semanas de licença da mãe de alguns países nórdicos, não podemos ser injustos…(...)»